Sinais de um relacionamento sério

Alguns sinais são facilmente perceptíveis e quando eles começam a acontecer com frequência é hora de avaliar a situação. Pensando nisso, preparamos uma lista com 15 sinais que indicam que ele (a) não quer um relacionamento sério, confira: A pessoa nunca te procura, é sempre você que vai atrás Obter um homem para se comprometer com um relacionamento sério é um assunto complicado. Há uma série de sinais de que ele quer um relacionamento, mas você não pode realmente colocar todos os seus ovos em uma cesta e apostar nisso. Um dos sinais mais certos de que um cara está pronto para um relacionamento sério é que ele está lá quando você precisa dele, e não apenas quando é necessário trocar o pneu de seu carro, mas em um nível mais profundo e mais emocional – por exemplo, para ouvi-la, quando você precisa desabafar sobre um colega de trabalho armando ... Se você não tem certeza de como agir porque não sabe se seu namorado está falando sério ou não, verifique estes sinais e descubra … 1. Evite ficar com ciúmes: Se o seu boy continuar saindo com outras garotas, não importa que você esteja com ele, lamentamos dizer que isso não é um bom sinal. […] Um homem nunca diz a uma mulher que não quer um relacionamento sério e só sai com ela porque é conveniente. Ele também certamente não admitiria que, assim que o relacionamento deixar de ser conveniente, ele irá embora. As mulheres, portanto, precisam ler os sinais de alerta para se proteger contra cafajestes que ... 9. Você não liga de ficar suada e até um pouco suja. No calor do momento, você pode até estar encharcada de suor e se sentir um pouco nojenta, mas você não se importa nem um pouco. E o fato de que você mal nota estes detalhes mostra que você está super determinada a conseguir exatamente aquilo o que quer. 10. Um dos sinais mais certos de que um cara está pronto para um relacionamento sério é que ele está lá quando você precisa dele, e não apenas quando é necessário trocar o pneu de seu carro, mas em um nível mais profundo e mais emocional – por exemplo, para ouvi-la, quando você precisa desabafar sobre um colega de trabalho armando contra você, ou para passar a noite quando você não ... Um dos sinais mais certos de que um cara está pronto para um relacionamento sério é que ele está lá quando você precisa dele, e não apenas quando é necessário trocar o pneu de seu carro, mas em um nível mais profundo e mais emocional – por exemplo, para ouvi-la, quando você precisa desabafar sobre um colega de trabalho armando ... New York Times. Tech Crunch. Network World. Consultado em 8 de dezembro de Se seu par te pressionar para ir em um lugar privado, termine o encontro. Em um relacionamento sério com seu cliente. Conte para um amigo ou algum parente sobre seus planos, incluindo quando e onde você vai. Fique com seu celular carregado e com você o tempo inteiro. 9 – Ele deseja passar mais tempo com ela: Esse é um dos principais sinais que o homem quer um relacionamento Sério. Pois, Isto é tipicamente algo que acontece no começo de um relacionamento sério. A mulher perceberá que ele começa a instigar a sair muito mais e até se sentirá disposto a preparar a refeição.

GT DA BROTHERAGEM

2020.09.14 13:44 JustCallMeLyraM8 GT DA BROTHERAGEM

GT DA BROTHERAGEM
/cc/
>eu tenho um amigo bem próximo
>amigo não
>ele é tipo um irmão
>amo aquele filho da puta
>vamos chamar ele de Maicão
>nos conhecemos no jardim da infância
>dividíamos o todynho e o biscoito passatempo no recreio
>bolachaéocaraio.mp3
>estudamos na mesma turma até a quinta série quando os pais dele se mudaram pra longe da escola
>ele continuava morando na mesma cidade, mas tava numa escola diferente
>ainda assim nos víamos todos os fins de semana
>nossas famílias se tornaram amigas também
>tudo era um mar de rosas até o final de 2004
>ano 2005
>entra uma aluna nova na minha turma
>o nome dela era Thais
>lembro como se fosse ontem do momento em que ela entrou na sala
>tudo parecia ter ficado em câmera lenta
>o sol batia nela
>o ventilador soprou seus cabelos
>ela marchava como uma égua manga larga do trote formoso
>paudureci naquele exato momento
>o foda é que eu tava em pé naquela hora e a primeira aula era de educação física
>short.gif
>todo mundo da sala começa a rir de mim e a gritar
>me chamaram de pau retrátil porque foi só a menina aparecer que ele subiu
>morri de vergonha naquela hora
>sentei na cadeira e pus a mochila no meu colo
>eu só queria sumir
>até a professora riu
>mas a Thais não
>ela sentou atrás de mim e disse pra eu não ligar pra eles e que eu ficava lindo com vergonha
>caraio vei não pude acreditar
>eu era tão tímido que pedi pra ir no banheiro na mesma hora e fiquei trancado lá até a hora do recreio
>quando o recreio chegou eu pus o dedo na goela na frente da sala dos professores
>acho que vomitei até meu intestino naquela hora
>comecei a dizer que tava passando mal
>os professores me liberaram da escola e fui pra casa mais cedo
>chego em casa e passo a tarde toda tendo fantasias masturbatórias com a Thais
>eu era tão beta quanto aqueles peixes de briga
>quando a noite chega eu corro pra casa do Maicão
>conto tudo pra ele feliz da vida
>Maicão fica feliz por mim
>brodagem.rar
>segue o jogo
>durante o resto do ano eu iria me aproximar cada vez mais da Thais e me afastar cada vez do Maicão
>ele dizia que ela tava me afastando dele mas eu discordava
>dizia que era coisa da cabeça dele
>o tempo passa
>a Thais é promovida à pitanguinha e a distância entre mim e meu brother ia aumentando cada vez mais
>um dia briguei feio com o Maicão quando ele disse que ela tava cmg só por conta do meu dinheiro
>eu não era rico, mas da escola eu era o mais bem de vida
>meu pai era o único que não tava preso e não trabalhava com drogas
>minha mãe não trabalhava na zona
>zoas ela trabalhava sim
>ela agenciava a tua mãe, aquela puta boqueteira
>zoas de novo, minha mãe era artista plástica
>um dia eu acabo falando pra Thais que o Maicão tava se sentindo escanteado
>ela começa a me dizer que era inveja do nosso relacionamento e que ele só queria nos separar
>acabo dando ouvidos a ela e brigando feio com ele
>putaquepariuqueburrice
>nunca devia ter dado ouvidos à ela
>foco no gt
>paro de falar com o Maicão e cada vez mais me entrego pra a Thais
>toda semana era cinema
>lanche na Mc Donald’s
>roupa na Marisa
>minha mesada começou a ser exclusivamente dela
>um belo dia recebo uma mensagem do Maicão dizendo que a Thais tava me traindo
>respondi mandando ele tomar no cu
>ja faziam uns 5 meses que eu não falava com ele e do nothing ele vinha com um papo desses
>ele disse que eu devia ficar atento aos sinais
>não dou a foda pro que ele diz e continuo o namoro
>na semana seguinte vejo ela com uma marca roxa no pescoço
>ela diz que tinha caído da escada
>eu disse que acreditei mas fiquei desconfiado
>nada me tirava da cabeça oq o Maicão tinha me dito
>procuro ele e conto oq aconteceu
>diferente de mim ele não era um filho da puta
>Maicão me ove e depois me conta tudo que sabia
>a Thais tinha vindo da escola em que ele estudava
>ela era conhecida como viúva negra na escola
>ela se prendia à um macho e sugava tudo dele até ele não ter mais nada
>sim, ela tmb sugava o pau
>não, ela não tinha sugado o meu ainda
>Maicão continua a história dizendo que tinha visto ela saindo da casa de um carinha que morava no mesmo bairro dele
>até aí não vi nada demais
>mas ele me disse que ela tinha dado um beijo na boca do cara na saída e quando virou de costas o cara deu um tapa na bunda dela
>ÉOQ?!
>aquela vadia não tinha nem sequer me deixado pegar na bunda dela ainda
>dizia que era só depois do casamento
>eu era beta betoso full +15
>ela me levava pra igreja todo domingo
>acreditava nela sem questionar
>caio no choro e o Maicão me consolou
>disse que eu não tava sendo um bom amigo mas que ele nunca deixou de me ter como irmão
>bolamos desmascarar ela juntos
>ela ia pra casa dele toda sexta de noite
>realizo que era a hora que a mãe dela saía de casa pra ir pro culto de oração da igreja
>caraio_como_sou_burro.jpeg
>chifre.rar
>no dia seguinte falo com a Thais como se nada tivesse acontecido
>ela diz que me ama
>digo que amo ela tmb
>caraio, eu queria matar ela ali naquela hora
>mas amava aquela desgraçada
>feelsbad.png
>sexta feira
>19h
>tava com o Maicão escondido na rua da casa dela
>avistamos a mãe dela saindo de casa
>corremos pra mãe e contamos a história
>mãe não acredita, mas topa ir com agnt até a casa do talarico
>19:30h
>Thais sai de casa com um short enfiado no cu
>pqp pra quê enfiar tanto ssaporra?
>tava tão fundo que ela devia ta sentindo do gosto dele
>seguimos ela de longe
>a vadia entra na casa do moleque
>nessa hora a mãe dela já queria matar ela, mas eu fiz ela esperar
>entrei dando um chutão na porta da frente
>queria pegar ela com a boca na botija
>e consegui
>infelizmente a botija em questão era a rola do cara
>ela tava engolindo o pau daquele moleque com uma facilidade absurda
>nem sua mãe consegue engolir minha piroca tão fácil
>foco no gt
>Thais leva um susto tão grande na hora que morde o pau do cara
>num ato reflexo por conta da dor o cara da um murro na cara de Thais
>ela cai no chão
>a mãe dela comeca a bater nela com uma havaianas e depois começa a arrastar ela pelos cabelos pra fora de casa
>a Thais é arrastada pela rua até chegar em casa
>racho o bico com a cena como mil hienas comemorando a morte do Mufasa
>peço perdão pro Maicão pela cagada que fiz
>Maicão diz que fui um idiota, mas que era o irmão dele e que nada iria nos separar
>dois dias depois Thais chega na escola toda roxa
>tinha apanhado tanto que o conselho tutelar tirou a guarda dela da mãe
>ela chega perto e diz que quer falar CMG
>ignoro
>ela me puxa pelo braço, olha no meu olho e diz:
>como vc descobriu?
>digo que o Maicão me contou tudo
>ela diz que vai pra um orfanato hoje. Só foi na escola buscar sua transferência.
>Kkkkkjkkjjjk
>ela diz que eu posso rir agora, mas quem ri por último ri melhor. Disse também que nunca iria esquecer aquilo e que o Maicão iria pagar por ser x9
>puxo meu braço, dou as costas e vou embora
>ano 2016
>terminei a escola e faço faculdade
>Maicão faz o mesmo curso que eu e estudamos na mesma turma novamente
>full brothers +15
>desde o episódio com a Thais nunca mais tínhamos brigado
>trabalhávamos, tínhamos nossa independência
>tudo ia bem até recebermos o convite para uma festa que rolaria naquela noite
>eu e o Maicão dividiamos o apartamento agora
>o convite veio por baixo da porta dentro de um envelope
>open_bar.jpeg
>o envelope vinha com 2 pulseiras
>as pulseiras davam acesso à área vip da festa onde rolaria os alcoolismo
>ficamos relutante por um momento até abrirmos a carta
>a carta tava endereçada à mim e ao Maicão
>era uma letra de mulher
>não tinha muita informação só dizia que não deviamos perder a festa por nada e que lá tudo seria explicado
>não tinhamos nada à fazer então topamos
>22h
>party.time.jpeg
>logo de cara fomos recebidos por duas loiras peitudas que estavam de camisa branca
>ambas estavam dançando na entrada da festa enquanto se molhavam com uma mangueira
>séélococuzão.rar
>a festa tinha uma proporção de 4 depósitos para cada homem
>a cada dois homens, um era gay
>era tipo o plenário da câmara dos deputados só que ao contrário
>quando entramos no salão principal todo mundo virou pra a gente
>tipo aquela cena do universidade monstro
>as depósitos cochichavam entre elas
>pensamos que tinha algo errado conosco mas a vdd é que éramos os caras mais lindos dali
>na vdd nem éramos isso tudo, mas tínhamos rola e éramos heterossexuais
>feelsalpha.png
>fomos andando até a área vip
>a decoração da festa era cheia de fotos de uma depósito
>era uma ruiva 10/10
>a festa devia ser dela
>tive a impressão que ja tinha visto ela em algum lugar
>áreavip.gif
>a área vip era lotada de bebidas
>não tinha uma depósito abaixo de 8/10
>no buffet tinha camarão e lagosta
>mano do céu era a festa mais foda que eu ja tinha ido
>quando olho pro lado ta o Maicão atracado com uma mina
>dois minutos depois a mina larga ele e agarra outra mina
>ÉOQ?!
>aquilo tava parecendo um bacanal grego
>uma coisa no entanto me incomodava
>quem teria nos convidado?
>avisto a anfitriã da festa, aquela ruiva 10/10
>ela se aproxima de mim lentamente
>mano do céu, paudureci na hora
>só conseguia imaginar eu enfiando o pau tão fundo nela que quando eu terminasse ia ta na camada do pré-sal
>a calça aperta e ela percebe que estou preparado para o abate
>fico sem graça e tento disfarçar
>ela vem por trás de mim, ri e diz que eu fico lindo com vergonha
>gelei na hora
>caraio, era a Thais - pensei
>pergunto se ela era a Thais
>ela ri e me chama de idiota.
>diz que seu nome é Raquel
>caraio, ela nao tinha nada a ver com a Thais
>errei feio, errei rude
>pensei que tivesse estragado minha chance
>raciocinando com a destreza de um crackudo na fissura e digo:
>é porque thaislinda com essa roupa
>ela ri, eu rio, segue o jogo
>nessas horas eu nem sabia mais que existia um Maicão
>só pensava em mergulhar naquelas tetas magníficas
>na boa, se ela fosse minha mãe eu mamaria até hj
>quando olho pro lado o Maicão tava agarrado com duas ao mesmo tempo
>bodyshot.gif
>caraio o Maicão tava levando uma surra de peito na cara enquanto bebia e eu no 0x0
>me aproximo da ruiva já na maldade
>ela chega do meu lado
>põe a mão no meu ombro e fala na minha orelha direita:
>quem é esse teu amigo?
>poooooooooooorra.mp3
>o moleque ja tinha catado duas e agora ia catar a ruiva
>tive vontade de mandar ela se fuder, mas ele era meu brother, não podia prejudicar ele
>nenhuma depósito ficaria entre nós
>não deu nem 10 minutos do momento que disse o nome dele pra ela e ela ja tava agarrada nele
>a ruiva chupava a língua dele como se fosse o último picolé do verão
>avisto uma depósito 9/10 dançando sozinha
>penso em me aproximar, mas antes que eu chegue a ruiva puxa ela e põe na roda com o Maicão
>ja não entendia mais nada
>eu sempre pegava as depósitos +/10 do que ele e agora ele tava numa orgia de bocas e eu sem nada
>começo a beber
>realizo que ta na hora de baixar as expectativas
>avisto uma ananzinha 5/5 escorada no balcão
>me aproximo dela e pergunto se o pai dela era padeiro
>ela pergunta se era pq ela era um sonho
>eu digo que era pq eu queria comer a rosca dela
>sério que anã rabuda do carai
>a anã me dá um tapão e sai de perto
>vsf que festa merda do carai
>comecei a beber descontroladamente pra compensar a frustração
>dou em cima da garçonete
>a garçonete era uma trans
>ela me esnoba e vai embora
>vômito.rar
>caraio nem a mulher com rola me quis
>decido que hoje não é meu dia e que ta na hora de voltar pra casa
>procuro o Maicão pra ir embora cmg
>vejo ele entrando no carro com duas 1,5 depósitos
>pensei que ele tivesse indo pra um motel ou algo do tipo
>ele tava de mãos dadas com a ruiva e com a anã 5/5
>a ruiva olha pra mim, da uma risada e depois um xauzinho
>caraio que raiva daquela ruiva
>me esnobou e agora vai dar pro meu brother
>faço sinal pro Maicão que vou embora
>ele grita “Oklahoma”
>era nosso sinal secreto
>significava que ele ia realizar o ato de socação intra uterina e que eu não deveria incomoda-lo
>entendo o recado, dou meia volta e volto pra casa
>chegando em casa
>tudo girava por conta do álcool
>brinco um pouco com o o Visconde de Sabugosa até ele cuspir
>durmo
>no dia seguinte acordo com dor de cabeça, deitado no sofá
>percebo que tinham 537272717 chamadas não atendidas no meu celular
>todas do Maicão
>imagino todas as desgraças do mundo
>comeco a ligar de volta mas ele nao atende
>recebo uma ligação de um número desconhecido no meu celular
>é uma mulher
>ela ria descontroladamente
>disse que estava na festa o tempo todo me observando
>pergunta se a noite foi boa e se eu peguei alguém
>mando ela tomar no cu e digo que peguei a mãe dela
>ela racha o bico e diz que é impossível pq a mãe dela foi a primeira a pagar oq devia
>gelei na hora
>reconheci a voz
>era a Thais
>ela começa a contar seu plano do mal
>diz que foi parar num orfanato depois daquele episódio
>que apanhou muito da família onde foi parar mas a família era podre de rica
>a família produzia festas tipo o tomorrowland
>viajaram pra fora do país e levaram ela junto
>disse que por muito tempo quis se vingar mas a família não dava a foda
>dois meses atrás a família tinha morrido num acidente de carro e ela ficou como única herdeira
>ela pôs como meta de vida concluir a vingança que passou anos arquitetando
>disse que a festa foi planejada por ela
>que todas as depósitos da área vip foram contratadas por ela baseadas no meu tipo de mulher
>pergunta como me senti não pegando ngm e vendo o meu “amiguinho” catando todas
>respondo que a vingança dela era uma merda e que tava feliz pelo meu brother
>ela racha o bico e diz que a vingança dela não era me deixar sem pegar ngm
>ela queria se vingar dele por ele ter dedurado ela
>pergunto qual vingança há em encher a rola dele de depósito
>você verá - ela me disse
>desligo o espertofone e percebo que chegou uma mensagem do Maicão no oqueapp
>faz uma semana que o Maicão toma mais coquetel que o Amaury Jr.
pica relatada da mensagem
https://preview.redd.it/9o5g9y8ep3n51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=3dbefd7c59d10e7b40b9168ddac79176762f8591
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2020.08.26 19:35 feedmewill Azar no amor, azar no azar, azar na puta que pariu

Cara, acho incrível minha capacidade de tentar me relacionar com gente que flerta comigo e em coisa de uma semana - um mês está num relacionamento sério ou enjoa. As duas últimas foram de fuder. Na primeira quase saiu algo sério, só não estávamos ficando real por causa da quarentena, mas foram 3 meses gostando realmente um do outro, mas a pessoa do dia pra noite enjoou sem motivo aparente, ficou fria, eu ainda corri atrás um mês inteiro, mas já n era mais a mesma coisa, só segui em frente. A segunda e última vez, flertei uma semana inteira com a garota, ela me deu claros sinais de que queria tentar algo, ontem ela me aparece namorando.
Caralho, eu deve ter jogado merda em jesus na cruz, pq eu nunca vi alguém pra conhecer gente complicada igual eu. 20 anos dessa desgraça, não aguento mais, quando vai aparecer uma pessoa que não tenha ex pra superar, que não esteja quase namorando com alguém enquanto flerta comigo, que não seja estranha e mude de uma hora pra outra?
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2020.08.10 14:42 carneirosanto90 Relacionamento aberto é furada!

Mais previsível que o sol nascer amanhã é saber que vou me dar mal entrando num relacionamento aberto. Mesmo sabendo disso lá no fundo, eu cometi esse vacilo. Tenho 30 e poucos relacionamentos sérios na vida, três de fato, contando com esse que tá meio em crise. Ser solteiro sempre foi uma boa opção pq tem mta gente interessante onde moro, consigo me relacionar bem com as pessoas e curtir um tempo legal com elas sem ter mto envolvimento emocional. Mas no ano passado isso tudo foi ficando mto banal e cada vez mais sentia a necessidade de ficar só com uma pessoa e desenvolver uma parceria msm. Já conhecia essa garota que estou me relacionando, nós conhecemos por meio de uma amiga e sempre que a gente encontrava ficavamos juntos, até que resolvi abrir meus sentimentos pra ela, e vi que era bem recíproco o que sentíamos, isso é maravilhoso. Mas dede o início ficou evidente um problema meu que externalizava no sexo toda vez, tanto disfunção erétil quanto ejaculação precoce, sendo que com todas outras garotas que me relacionei isso não era comum de acontecer, já tinha acontecido algo bem pontual, mas nunca seguidamente. Vi que tinha algo bem diferente acontecendo e abrir o jogo com ela, que levou numa boa, entendi que era uma pressão minha e com tempo foi ficando mais tranquilo e a coisa começou a fluir mto bem.
Desde de que a gente tá junto, ela fez diversas viagens que eu não pude ir, nessas ocasiões acabava que eu ficava com alguém e dormia com a pessoa, de minha parte isso só acontecia pq não tinha a opção de tá com ela, na minha cabeça ela aproveitava dessas ocasiões pra fazer o mesmo. Mas semana passada descobri que ela dormiu com uma pessoa recentemente, ela deu alguns sinais eu juntei as peças e perguntei, ela confirmou. Não soube lidar com isso, nunca tinha indagado nada sobre esse tipo de assunto pra ela, dessas viagens todas que ela fez eu não perguntei nada uma única vez. Como falei na minha cabeça o lance do relacionamento aberto funcionaria para tirar o peso de situações aleatórias que a gente acaba de envolvendo com alguém e quer chegar até o final daquele lance sem ficar com ressentimento, pra ela funciona de uma forma totalmente diferente, ela planejou e executou. Isso tá acabando cmg.
Meu dilema é o seguinte, não acho que a gente funcione num relacionamento fechado, ela é mais nova e acho importante ela compreender algumas coisas sobre o sexo que só se adquire com experiência mesmo, e agora não acho que eu consigo sustentar um relacionamento aberto com ela, tipo meu instinto de auto preservação tá falando mto alto nesse momento. Ficamos de conversar hoje pra resolver as coisas , mas eu tou bem confuso e sinceramente não sei o que vai ser. e Enfim existem vários problemas sérios por aqui, esse meu parece mto banal, mas tá me afligindo de uma forma absurda.
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2020.07.21 23:11 InsecticidePls Sentimentos confusos...

Boa tarde! Estou com problemas quanto aos meus sentimentos a um outro garoto (Eu 23/Ele 19), que as vezes me faz parar pra pensar várias vezes ao dia se eu deveria continuar tentando um relacionamento. Nos conhecemos a mais ou menos... Uns 2 anos, saimos juntos uma unica vez antes da pandemia estourar e desde então, procuramos manter contato todos os dias e de um tempo pra cá, estamos dando claros sinais de amor reciproco.
Bem, aqui que a confusão inicia... Nós dois trabalhamos o dia todo, eu sou uma pessoa meio carente e adoro passar o dia conversando. Teoricamente, a pessoa que voce mais conversaria durante o dia é seu namorado porque né... Auto-Explicativo. Mas não é isso que acontece. O que acontece é que ele tem um sério problema com vicio no facebook (ele mesmo admitiu) e fica a maior parte do dia online, mesmo no turno de trabalho dele. Isso não seria problema tirando o fato de que ele mal fala comigo durante o dia, se fizer as contas, acho que nos falamos uns 40 minutos ao dia (Nada de conversas no horario de almoço, até pra voce ter um "bom dia" é complicado).
Ele me fala das coisas que quer fazer do meu lado, manda algumas mensagens fofas e fala da reação dos pais dele quando me conhecer mas todo esse jeito... ausente dele me machuca e deixa uma sensação de total confusão. Sim, eu ja cheguei a falar com ele diretamente sobre isso algumas vezes mas sempre escuto um "vou tentar melhorar" que é efetivo por 3 dias e volta pro mesmo estado anterior.
Eu não sou uma pessoa ciumenta e tambem estou tranquilo quanto a ele conversar com quem ele quiser mas... eu não sei o que fazer...
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2020.05.14 05:43 novadulto Não consigo me manter apegado (a pessoas, coisas, ideias...)

Minha cabeça é meio bagunçada, então já peço desculpas antecipadamente pelo texto meio perdido hahaha.
Sou homem, atualmente com 30 anos, e tenho uma dificuldade enorme de me manter apegado a algo ou a alguém.
No âmbito de relacionamentos lembro que durante o ensino médio eu tinha meu grupo de amigos e a gente tava sempre junto, saía de fim de semana, ia viajar nalgum feriado prolongado... Mas o tempo foi passando e, uns dois anos depois de terminado o ensino médio e perdermos aquele contato diário, comecei a "cansar" deles. A gente ainda saía umas 3 vezes por mês, mas cada vez eu tinha menos vontade praquilo, tava sempre arrumando uma desculpa pra não ir, não procurava mais eles (só falava com alguém se viessem falar comigo antes), até que chegou num momento em que eles me procuravam cada vez menos e finalmente largaram mão de mim. Isso foi há uns 10 anos e eles foram meus últimos amigos de verdade (de lá pra cá tive apenas colegas).
Ainda nos relacionamentos, agora amorosos, tive minha primeira namora de verdade (as outras foram aquelas namoradinhas não tão sérias) na faculdade. Nunca fui o pegador (muito pelo contrário, quando eu arranjava alguém eu já me apaixonava e ficava com ela por uns meses), até por não ser uma pessoa que leva muito jeito na conquista (não sou tímido, converso com todo mundo, mas se for alguma garota por quem estou afim eu travo), mas sempre quis experimentar essa vida (talvez por não ter tido essa experiência e vê-la como algo maravilhoso eu tenha alguns dos problemas nos relacionamentos amorosos que vou relatar a seguir). Vejo uma mulher que me atrai e dou aquela acompanhada com o olho, fico "analisando o material" (não levem pro lado machista da coisa), dou umas fantasiadas... Não chega a ser aquela coisa nojenta de enfiar a mão na calça ou ficar secando a mulher e lambendo os beiços, e obviamente eu tento disfarçar, mas eu dou sim uma boa conferida. Fico imaginando como seria minha vida de pegador, dormindo cada noite com uma, passando um fim de semana com alguma que me agradasse mais... Mas quando começo a namorar tudo isso some - eu só tenho olhos pra minha namorada, me entrego totalmente, sou super disposto quando vamos nos encontrar (normalmente sou meio preguiçoso, de modo a preferir ficar na cama a sair pra passear)... Posso até reparar que outra mulher é bonita, mas não passa disso, de uma mera constatação (assim como posso olhar pra um homem e pensar "esse cara é bonitão" sem que isso signifique que quero pegar ele, ou pensar "que cachorro fofinho" sem querer adotá-lo), não rola qualquer olhar mais prolongado, qualquer fantasia... Até aí maravilha, acho isso até bom já que estou num relacionamento sério e ficar desejando outras não seria saudável pra mim ou pro relacionamento. Acontece que com o passar dos meses eu vou "enjoando" daquele namoro, parece que vira uma obrigação - eu continuo super apaixonado pela minha namorada, mas eu simplesmente começo a não ter mais saco pra ter que sair de casa e ir encontrá-la; junto disso começa a voltar aquele desejo por outras. E aí já não tô mais feliz, sinto que o namoro já deu o que tinha que dar e termino. Já reparei que isso começa uns meses depois que a gente começa a ter uma vida sexual mais ativa (e como costumo namorar "meninas de família" isso costuma levar uns meses), até por isso penso que talvez seja uma "programação biológica" no sentido de passar os genes adiante (apesar de essa parte em especial não rolar graças à camisinha hahaha), de modo que depois que o "objetivo é cumprido" meu organismo não manda mais os mesmos sinais que me faziam querer ficar com aquela pessoa (como se toda aquela paixão fosse só um meio de me fazer chegar no objetivo sexo). Quando termino eu penso comigo "não vale a pena, é sempre a mesma coisa - me apaixono, namoro, me dedico pra caramba só pra depois de um tempo eu me cansar daquilo e terminar tudo" e decido que não vou mais perder tempo com namoros. E aguento bem nessa, fico uns dois anos de boa com isso, até que começa a bater uma puta carência e acabo entrando num novo namoro.
Meu último namoro terminou deve ter 3 anos e até recentemente eu tava de boa com mais uma das minhas decisões de "vou ficar sozinho, é mais fácil assim", mas nessa última semana já começou a bater aquela vontade mais forte de ter um contato mais íntimo com alguém. Normalmente quando vem esse desejo (não confundir com o mero tesão) eu bato uma punheta e tá resolvido, a vontade passa (até por isso acho que o meu desejo de ficar com alguém seja mais sexual/"evolutivo" do que afetivo), mas têm vezes que não, eu bato uma, duas, três e continuo com aquele desejo de "eu quero uma namorada" e já começo a fantasiar sobre como seria a namorada perfeita, como a gente se conheceria, como seria a nossa vida juntos... Esses três últimos dias foram assim.
Importante notar que justamente por isso eu não pretendo ter filhos - além da quebra obrigatória na rotina (coloco o "obrigatória" aqui porque não vejo nenhum problema em quebrar a rotina, desde que isso parta única e exclusivamente de mim) fico pensando se um dia eu simplesmente "enjoar" deles, sem contar que quando a gente ama alguém a gente se preocupa com aquela pessoa, acaba fazendo por elas coisas que não queria ter que fazer... (já percebi que eu quero viver pra mim, que sou uma pessoa egoísta). É como diz a música:
Why can't we give love that one more chance?
[...]
'Cause love's such an old fashioned word And love dares you to care for The people on the edge of the night And love dares you to change our way of Caring about ourselves
Sério, por mais triste que possa ser dizer isso (e me sinto péssimo quando penso nesse tipo de coisa) eu sinto que minha vida seria muito mais fácil se eu não tivesse família, já que eu os amo e me preocupo com eles e isso me impede de levar a vida 100% a minha maneira, de me isolar...
Tenho esse problema de "apego" também com estudos - quando eu tava no colegial não queria nada com nada, acabei fazendo direito porque no meu meio a "sequência natural" do ensino médio é a faculdade e por achar que dos cursos existentes essa era o tinha mais a ver comigo (ledo engano). No começo eu tentava estudar bastante, comprei várias doutrinas e tudo o mais, mas realmente não era pra mim (esse é um curso que eu realmente me arrependo de ter começado). Uns anos depois abandonei e parti pra biologia. Gostei bastante do curso e no começo, novamente, eu estudava bastante, mas com o passar dos semestres ia dando aquela desanimada e eu estudava cada vez menos. Mesmo assim terminei o curso, e desse eu não me arrependo (se é pra ter algum arrependimento é de não ter feito ele logo de cara e de não ter me empenhado mais). Entretanto, durante o curso eu tive muito contato com a galera da licenciatura (fiz bacharel), até porque as turmas eram juntas, e assim que terminei o curso de biologia parti pra pedagogia (eu queria trabalhar com crianças). Assim como no direito eu tinha uma visão bem fantasiosa de como era a área e acabei não durando muito no curso (esse tá fazendo companhia ao direito na sessão de "cursos que me arrependo de ter começado" [afinal representa um tempo perdido]).
Não sei, às vezes parece até que é um mecanismo de autossabotagem (ou autopreservação), como se sempre que eu fosse começar a ficar mais por conta própria, crescer na vida, ter mais responsabilidades, eu desse um jeito de protelar aquilo e voltar à zona de conforto.
Atualmente tô prestando concursos na área de biologia e logo começo em um (apesar de continuar estudando pra ver se passo em algum melhor - de vez em quando eu pego firme nos estudos, sinto que tô aproveitando bem, mas aí de repente dá um desânimo e largo mão) - quero só ver como será, se conseguirei dar o meu melhor e me empenhar como eu gostaria ou se minha cabeça vai dar um jeito de me sabotar e se eu cederei (apesar de eu achar extremamente difícil, já que estarei ganhando dinheiro [um salário que não é bom mas também tá longe de ser ruim], poderei ir morar sozinho, colocar em prática meus planos de juntainvestir um dinheiro e talvez daqui a 30 anos ir morar no campo, viver de renda, totalmente por conta própria...
Outro problema é que eu tô constantemente mudando - às vezes eu quero uma coisa, num outro momento quero outra completamente contrária. Pra exemplificar, quando paro pra pensar em "como seria a vida perfeita" pra mim eu tenho várias versões - em uma eu encontraria uma mulher perfeita, nos apaixonaríamos e viveríamos juntos e felizes para sempre; em outra eu seria o solteirão pegador que "pega e não se apega", que vive viajando pelo mundo; numa terceira inventariam um MMORPG fodão (imagina algo em realidade virtual com conexões neurais, de modo que parece que você realmente tá ali) e eu passaria o dia jogando; e assim por diante, se aparecesse um gênio agora e dissesse "você pode escolher a vida que você quiser e ela será sua" eu sinceramente não saberia escolher.
Obs.: ao falar de "arrependimento" e "tempo perdido" eu entendo que essas experiências me ajudaram a ser quem eu sou hoje, pode ser que sem elas as outras experiências que hoje eu gostei não tivessem sido tão proveitosas (ou mesmo estivessem nessa categoria de "me arrependo") justamente porque eu não tinha a maturidade que elas me deram. De qualquer forma é difícil deixar de pensar em como eu gostaria de não ter perdido tanto tempo com elas.
Mais alguém aqui tem esse tipo de problema? Alguma ideia de como resolver?
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2020.02.20 21:12 RedditorsDoMeFavors Acho que estou sofrendo com um transtorno de personalidade

Acabei de buscar ajuda profissional, mas não conto muito com isso. Não posso pagar sessões com um psicólogo, então tive que procurar o CAPS. Não sei se os profissionais lá são confiáveis.
Resumo no final.
Pelo que li, tenho fortíssimas características de quem tem borderline. Não sei se alguém aqui conhece, mas seja o que for que é, pra mim é um inferno. Eu tenho muita dificuldade em reconhecer minha identidade (vivo criando personagens que eu gostaria de ser, acabo levando tão à sério que não sei o que eu sou). Eu não sei quais são os meus princípios. Nada do que "sei" sobre mim me dá 100% de certeza. Cheguei à pensar que tenho transtorno de personalidade antissocial (psicopatia), e acho provável que eu seja um narcisista. Busquei testes online, que obviamente não servem para dar diagnósticos, em busca de algumas pistas. Muitas vezes, eu não sei responder as perguntas. Mas, eu me identifiquei bastante com o narcisismo, e ainda mais com borderline. O artigo em inglês sobre borderline na Wikipédia foi a coisa mais "eu" que eu já li.
E normalmente, essas coisas não me afetam...costumo viver uma vida tranquila, fora uns momentos de frustração solitária.
Mas agora tá difícil. Relacionamentos são difíceis pra mim. Eu simplesmente não sei NADA sobre eles! Eu começo me sentindo confiante, o que dura umas semanas. Aí chegam as primeiras dúvidas...e quando eu vejo, eu morro de medo da pessoa me abandonar, e eu vejo tanta coisa negativa sobre ela, começo à vasculhar tudo nas redes sociais, sinto ciúme de amigos, não sei o que é real e o que não é.
Faz dois meses que conheci uma garota, e a gente ainda vai se ver. Ela ainda não se mudou pra minha cidade. Conheci ela enquanto ela passava uns dias aqui. De fato, ela foi quem mais me deus sinais confiáveis de TODAS que já conheci, e eu consigo controlar meus pensamentos negativos mais facilmente...mas tenho gatilhos tão ridículos. Ela não falou comigo nos últimos dias, tá bem ocupada. E eu não sei aonde me situo mais...às vezes eu tenho vontade de xingar ela, ou confrontar, mas nunca teria coragem. Eu só quero o carinho dela de novo, como era antes.
É difícil saber se minha paranoia tem fundamento ou não. Ela realmente tá ocupada, disso eu tenho provas. Mas ela obviamente tem um tempinho que poderia dedicar à mim. Eu sei que ela não me chama se ela tá ocupada, porque ela quer falar comigo quando tá com a mente livre, mas eu não consigo dizer isso pro meu cérebro. Ele vive me intoxicando com ideias de que ela não me quer mais, que vai ser tudo como foi com as outras...
Em todas minhas tentativas de relacionamento (já que nenhuma deu certo), eu sempre fui abandonado antes de haver qualquer lance. Sempre começou do jeito mais romântico, e aí do nada esfriou, e aí eu perdi ela. Foi assim com um amigo uma vez também. Meu medo de abandono é enorme por causa disso.
Por outro lado, eu fiquei frio com ela por um tempinho uma semana atrás. Ela me questionou sobre uma amiga minha que sempre visualiza as coisas dela no Instagram, e eu dei respostas frias. Me odiei por fazer isso, mas eu não conseguia controlar a vontade de falar assim...ela então disse que tava me sentindo estranho. Eu resolvi ser sincero, expliquei pra ela que era medo de estar incomodando e acabar provocando um distanciamento ainda maior. Disse que era um sentimento confuso que eu ando tentando melhorar. Eu senti medo quando falei isso, porque todas que conheci me davam bronca por me sentir assim, exigiam a perfeição. Ela parece que me entendeu. Fiquei muito feliz, mas com ela tão ocupada, fico me sentindo inseguro e isso tá acabando comigo. Só queria que desse certo uma vez na minha vida. Não tenho uma família compreensiva, ou amigos que possam me ajudar...então uma pessoa como ela faz falta.
Não sei se alguém leu até aqui...TLDR: provavelmente tenho transtorno de personalidade borderline, e isso tá afetando muito como me sinto quanto ao relacionamento que quero ter. Minhas experiências passadas confirmam o perigo do abandono, e eu sinto muita ansiedade com todos os gatilhos ridículos que me fazem sentir medo de ser abandonado de novo.
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2020.02.06 18:16 _Punish3r Diagnóstico de Espectro Autista

Olá a todos, Me chamo Guilherme, tenho quase 20 anos (irei fazer em 4 de Maio), e novembro do ano passado, estava passando com a Neuropsicologia, e descobri meu diagnóstico de Espectro Autista.
E fica até que mais claro para mim em vários aspectos sociais da minha vida, sempre tive muita dificuldade em me socializar desde cedo, não curto festas em familia, por exemplo por parte do meu pai, que são 5 Tios e uma quantidade exorbitante de primos(a) e familiares, costumo não ir, por odiar o barulho alto e qualquer local com muita gente junta.
Na época de Escola, sempre fui o mais isolado da sala, e tanto no intervalo , eu demasiado e triste, ficava sentado no banco esperando a ''morrer da bezerra. Muitos familiares, sempre diziam que é por ser ''Timido'' ''Fase Natural'' ''Isso Passa ao decorrer do tempo'', mas não foi isso, agora que eu sei meu diagnóstico TEA (Transtorno do Espectro Autista) tudo mudou, até meu pai acha que pode ter sinais de TEA na época dele de Juventude.
Lembro caso, de garotas me olhando com desdém, pelo simples fato que estava apaixonado por uma garota da minha sala, mas infelizmente não é o que eu esperava, ela me maltratou não-verbalmente naquele dia com as amigas delas, e isso me machucou muito.
Tenho quase 20 anos, e nunca namorei, nunca beijei nenhuma garota se quer (BV e BVL), e já fui taxado até como ''GAY'' por ter esse aspecto moderado por tal ação. Já tentei pedir amigas que eu amava muito em namoro, mas todas foram apenas a resposta: ''Apenas Amizade'' ''Te vejo apenas como um Amigo'' ''Te magoaria se eu te desse um fora''. Porra prefeiro mil vezes que fale de coração e seja sincera, do que apenas fazer um textão gigantesco pedindo desculpas por apenas ficar se próprio diminuindo, para não namorar comigo. Eu sempre quis um relacionamento sério, sou um cara comprometido com esses tipos de assunto.
Agora estou lutando para me amar do jeito que eu sou um Asperger, e batalhar para virar uma pessoa digna e honesta. Estou Cursando Jogos Digitais (Ultimo Semestre), e sou Faixa Laranja do Karatê Kyokushin.
Acho que por enquanto é isso mesmo, queria desabafar isso, que vocês podem estar sofrendo muitos problemas, e podem ter algum sintoma de Autismo Leve ou até Moderado, e suas familias não percebem isso.
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2019.12.19 05:38 mererey Eu quero me tornar a pessoa que acham que eu sou, mas não consigo

Em 2020 vou fazer 20 anos, entrei na universidade ano passado, e me mudei para uma cidade no interior de São Paulo, mas volto todo mês pra cidade onde morava, e durante as férias fico com minha família.
Tenho amigos, e essa semana eu saí com 8 deles (os de ensino médio, alguns que conheço há mais de 10 anos). Nós conversamos sobre a faculdade, e essas coisas, mas chegou em um momento em que começaram a falar de relacionamentos amorosos. Nesse assunto, eles começaram a tentar adivinhar como era a minha vida amorosa, já que não costumo conversar muito com eles por WhatsApp. Queriam saber se tinha alguém que eu estava ficando sério, se eu estava transando muito. Eles não tinham dúvida que eu ESTAVA pegando algumas pessoas, e que também já havia transado. Apesar de ser considerado baixo (+- 1,70; faz muito tempo desde a última vez que medi), muitas pessoas que conheço falam que eu sou bonito (apesar de eu me ver bem na média).
O problema é: eles estavam todos errados. Eu nunca fiquei com ninguém. Eu nunca transei. Nenhuma mulher chega em mim, e eu não consigo chegar em ninguém. Tenho medo de incomodar. Ela está com as amigas? Não quero atrapalhar a diversão. Ela está sozinha? Não quero parecer um predador. Óbvio, fora a vergonha que sinto em chegar em alguém.
As únicas oportunidades reais que já surgiram pra mim foram de ficar com homens. Eles são os únicos que chegam em mim, e apesar da atitude deles me deixar feliz, eu não sinto atração nenhuma. Já pensei em ficar com algum homem só pra poder falar “huh, pelo menos não sou mais bv”, mas não consigo. Só de pensar em ficar com alguém que eu sequer sinto atração só por isso me deixa um pouco triste, e até um pouco irritado comigo mesmo.
Minha família é toda extrovertida: meu irmão, meu pai, minha mãe. Sempre perguntam “e aí, ficou com alguém?” E a resposta sempre era a mesma: não. Mas de tanto perguntarem, digo que não importa. Não aguento mais sempre responder que não. Já falei pra pararem, que me incomoda, mas não param. Não fico bravo, mas é um pouco incômodo.
Só de pensar em chegar em alguém, sinto meu rosto ficar vermelho, minhas mãos suarem (e elas já suam MUITO naturalmente), me sinto tremer. Não acho que conseguiria fazer alguém querer ficar comigo só pela conversa. Mas mesmo que conseguisse, e o beijo? Como eu nunca beijei alguém antes, muito provavelmente seria horrível para os dois.
Eu me sinto mal, as únicas oportunidades que vejo são em festas, que não acontecem sempre. Não sei em que outro lugar eu encontraria alguma pessoa disposta a ficar com alguém. Baixei tinder, e ao longo do ano consegui mais de 200 matches, mas ainda assim nunca saí com alguém de lá. Eu não sei flertar. Nao consigo manter ninguém interessado nas conversas. Não sei puxar assunto, tampouco sei quando é a hora de chamar pra se encontrar. Sempre que chamo, a pessoa não quer sair, mas eu não culpo, já que eu também não iria querer sair com alguém que conheci na internet. Não reconheço sinais, e não consigo transmiti-los. Sou lerdo. De forma curta, além de festas e do tinder, não sei onde encontraria pessoas abertas a ficar com estranhos. Amigos de amigos não são uma opção, já que o círculo de amigos com quem eu saio já são as únicas pessoas que nós (os mais próximos) saímos nessa cidade. Voltamos durante as férias, mas cada um mora em uma cidade diferente.
Sinceramente, eu nunca vivi uma vida que fosse como a deles, de haverem muitos dramas, partirem os corações, terem os corações partidos. Pelo menos disso eu não tenho do que reclamar.
Obrigado por ler até aqui o meu desabafo. Não é tão ruim quanto a maioria dos que aparecem aqui, mas acho que eu precisava colocar pra fora.
Tl;dr: meus amigos acham que eu sou tão transante quantos eles. Não sou.
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2019.10.15 04:43 Enigma_Machine1 Pessoas que trataram ciúmes com um psicólogo, me deem uma luz aqui

Estou tendo um problema sério de ciúmes no meu relacionamento. Tenho os sinais mais clássicos disso: ciúmes do passado da pessoa, me comparo toda hora com os ex-namorados dela, tenho aquele medo de perdê-la, tenho um certo ciúmes dos amigos (mesmo conhecendo alguns e gostando muito deles), sem contar o mar de toxicidade que são as redes sociais nesse sentido (de achar que toda a atividade da pessoa é "suspeita" - eu não fico monitorando isso 24h por dia, mas invariavelmente aparecem para mim interações normais que ela tem com os amigos etc).
Eu fico chateado por isso me ter pego de surpresa. Eu nunca tive ciúmes fora do "normal" antes desse relacionamento. No meu último namoro eu fui traído, e foi aquela história: eu estava desconfiando há algum tempo, tive a confirmação pois acabei sendo trocado. Isso foi há mais de 2 anos atrás. Sinto que desde então eu nunca mais consegui confiar em outra pessoa. Tive uma vida de solteiro bem normal depois disso, quase 2 anos tendo apenas encontros casuais e um ou outro lance mais sério. Meu namoro atual é de 8 meses. No início eu não tinha ciúmes algum, pelo contrário, eu nem sequer encanava com isso. No entanto, foi só minha namorada fazer uma brincadeira um dia, sobre traição e tal, que as lembranças do meu último relacionamento vieram a tona e aos poucos vi os ciúmes se instalando dentro de mim e, por mais que eu reconhecesse isso, não conseguia fazer nada a respeito. Meu pensamento ficou viciado. Fico procurando pelo em ovo, buscando nas entrelinhas das coisas que minha namorada me diz, algo que não existe. Eu tenho dificuldade em discernir o que é real e o que é coisa da minha cabeça nesse sentido. Sinceramente, eu não sei se minha dificuldade em confiar é nos outros, ou é confiar em si mesmo.
Estou em busca de tratamento psicológico pois tenho plena noção que os ciúmes que eu tenho são insustentáveis a longo prazo. Gostaria de saber das experiências de quem já passou por isso e buscou ajuda. Como foi o tratamento? Vocês conseguiram mudar? Os ciúmes desapareceram? Conseguiram tocar o relacionamento depois disso? Queria apenas saber que isso é de fato possível de ser mudado, isso já me aliviaria e muito a consciência.
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2019.07.14 02:06 of_losers_and_men Gostaria de um feedback sobre a escrita do meu conto

CASO FORTUÍTO.

Era de noite, beirando as onze, início de inverno, a rua estava semideserta e gelada, as poucas pessoas presentes foram chamadas por causa do acidente. Policiais, paramédicos, ambulâncias e viaturas. A grande avenida parecia absurda com aquele número de pessoas no meio da rua vazia, banhadas pela luz alaranjada dos postes e os flashes azuis e vermelhos que vinham dos veículos oficiais. O cheiro férreo e doce perfumava o ar. Mas não nos afobemos, voltemos para o início do dia.
Pedro acordou cedo para o trabalho, o céu estava claro e límpido, o sol nascia. Antes de se levantar para encarar o dia, tirou o cabelo da face de Vitória e a deu um beijo em sua testa, ela ainda estava adormecida. Seguiu então à cozinha e colocou o café para fazer em sua máquina. Voltou ao quarto e percebeu agora que o sol entrava pela fresta da cortina e batia no rosto de sua amada, por isso resolveu fechar direito a cortina, antes de ir para o banheiro do quarto se arrumar para o trabalho.
Ele gostava de suas manhãs, eram seu momento de sossego e de relaxamento, a tranquilidade da cidade que ainda estava adormecida e a solitude do café matinal, pois sua amada acordava sempre mais tarde, trabalhava com freelas de design e tinha mais liberdade com seus horários.
Depois de ter tomado banho e se vestido, com terno e gravata mandatório no escritório que trabalhava, se serviu de uma boa xícara de café quente, sem açúcar, e se sentou na cadeira da sacada de seu prédio, no oitavo andar, para apreciar aquela brisa fresca da manhã, com seu café ainda quente.
Sentado ali, ele contemplava como o relacionamento deles estava desgastado ultimamente. A nostalgia do amor veranil inundava seus pensamentos e entrava em conflito com a realidade do presente. As brigas estavam mais comuns no dia a dia, as palavras não ditas acabavam envenenando mais do que as palavras gritadas e o desgaste da vida de trabalho e da rotina. Na noite anterior eles haviam brigado por conta do contrato de locação, Vitória queria aproveitar o fim do contrato para comprar uma casa definitiva para começar a construir uma vida fixa, mas Pedro preferia renovar a locação para guardar um pouco mais de dinheiro, afinal, a economia estava em uma crise. Foram para a cama sem conversar naquela noite, estavam cansados de não conseguirem se comunicar, ambos frustrados com a falta de compreensão do companheiro.
Passados uns vintes minutos, Pedro termina seus últimos goles, veste o seu paletó e saí de casa para seguir para o seu trabalho.
Algumas horas depois de ele ter saído de casa, Vitória acorda, encara o espaço vazio onde seu marido estava, ainda com sua silhueta impressa. Sentada na cama, contempla a luz do sol que vem da porta do banheiro, visto que a cortina estava fechada e o quarto estava na penumbra. Ela sente o cheiro do café que ainda perfuma o ar da casa, o que imediatamente a lembra do gosto amargo do confronto da noite interior, não que fosse algo muito grave, mas era algo que servia como uma infusão de culpa e rancor naquela relação, que já fora mais doce que o mel, no início.
Então, se serve de uma xícara de café, se veste e segue para o escritório dela, que era montado no quarto de hóspedes, para terminar uma das ilustrações para um livro de fantasia. Não conseguia se concentrar, passava dez minutos trabalhando e trinta minutos tendo devaneios por conta dos desentendidos. Resolveu mandar uma mensagem para Pedro. Disse que queria sair para jantar com ele em algum lugar fora, para tirar a situação de mal-estar que pairava sobre eles. Pedro, em seu cubículo, também não conseguia trabalhar, só imaginava os piores cenários e estava sendo corroído pela culpa de ter se exaltado, mas assim que recebeu a mensagem, um peso foi levantado de suas costas, por pior que estivessem, aquilo significava que pelo menos ainda eles eram os mesmos, eles não eram as palavras presa e os nós na garganta.
Ainda um pouco abalados, se desculparam um com o outro e efetivamente queriam estar juntos, o medley das sensações negativas que preenchiam o início daquele dia só deixava mais meigo aquele embaraço infantil que expressava o desejo.
Resolveram que se encontrariam no restaurante italiano Caracci&Sarratore as 10 horas, pois, nesse dia em específico Pedro teria uma videoconferência do exterior. Por causa desse imprevisto, ficaram se provocando e trocando alguns nudes para a antecipação do encontro de reconciliação deles, por causa do bem-estar instantâneo da comunicação. No entanto, o que ambos ainda não sabiam é que dessa sequência de fatos resultaria o fim de duas vidas e a destruição do fígado e da mente de um indíviduo.
Pedro imaginava que o encontro se daria no restaurante Caracci&Sarratore novo, próximo de seu trabalho, sem nem imaginar que existia um outro restaurante de mesmo nome. O mesmo aconteceu com Vitória, mas ela acreditava que eles se encontrariam no bistrôzinho tradicional e antigo, que ficava próximo da casa deles, visto que fora o resultado mostrado a ela por uma rápida pesquisa no google.
Bem, com tudo combinado, eles puderam voltar a rotina normal deles, Vitória mergulhou na produção das ilustrações por toda a manhã e tarde, só parando para um café da tarde para forrar o estômago até de noite. Pedro se preparou com os diversos relatórios e dados que ele teria de apresentar para seus chefes. Chegando à noite, Vitória se arrumou para aquele restaurante, que era chique e caro, mas dadas as circunstâncias do relacionamento deles, era compreensível o ato. No entanto, por passar a tarde imersa em sua produção criativa, acabou esquecendo de carregar o celular e nem percebeu quando este desligou. Portanto, assim que ficou pronta, saiu para ir ao restaurante.
Pedro fez a apresentação por videoconferência, e felizmente deu tudo certo, tendo terminado o que precisava pouco depois das nove. Com um certo tempo sobrando e com um sério caso de suor de um dia de trabalho e nervosismo, resolveu ir à academia próxima ao prédio onde trabalhava para tomar um banho e seguir ao jantar com sua amada.
Ele chegou às nove e quarenta e cinco, para garantir a mesa quando Vitória chegasse. Às dez horas já estava com uma mesa para dois, e já havia pedido um vinho para a mesa e uma água para beber enquanto esperava. Quando o relógio bateu dez e quinze, começou a ficar irritado e imaginar os cenários mais fúteis para alimentar a sua frustração e raiva, ele havia chego quinze minutos mais cedo e ela nem se dignou a avisar que iria atrasar. Passados mais quinze minutos ele já havia tentado ligar diversas vezes e mandado diversas mensagens, que nem chegavam ao celular dela, o que só alimentava as ilusões criadas por uma mente ensandecida por frustração.
Quarenta e cinco minutos de atraso. Quarenta e cinco minutos de atraso foi o que foi preciso para que Pedro, irritado, pagasse a água e o vinho, que ele levou para ir bebendo até sua casa, e fosse embora. Pedro era fraco com álcool, então, depois de ter virado a garrafa no banco de trás de um uber, chegou em casa claramente embriagado, gritando e praguejando contra Vitória, deixando diversas mensagens de voz claramente desproporcionadas e carregadas de emoções lúgubres, iludidas e claramente egoistas.
Mal ele sabia...
Vitória saiu de casa às dez, estava um pouco atrasada, mas era por causa do tempo que ela gastara na última ilustração, estava em um fluxo criativo. O trajeto dali até o restaurante dava uns dez minutinhos a pé, e como a região onde moravam era considerada segura, ela seguiu a pé, mesmo estando bem frio. Motivo pelo qual levou uma jaqueta de couro escura. Ela já ensaiava o que ia dizer a Pedro e se desculpar pelo atraso.
Ao sair na rua, pelas luzes alaranjadas dos postes e pelos reflexos azulados das placas luminosas da cidade, ela pensava em como apesar de todos os empecilhos do relacionamento deles, ela ainda o amava, esboçando um leve sorriso juvenil, apesar de todos os ressentimentos não ditos e as ofensas explicitadas, ainda existia um núcleo amoroso terno e afetuoso entre eles e como lamentava ter perdido a noção do tempo e, consequentemente, vir a causar mais um atrito.
Ela andava, estava esperançosa com relação aos problemas deles, sabia que ele também devia estar e também estaria disposto a trabalhar mais na relação. Mas nada acaba com uma esperança como um carro correndo a cem por hora furando todos os sinais vermelhos.
Na avenida que dava para o restaurante, ela já tentava encontrar ele nas mesas próximas às vidraças. Olhou para o sinaleiro, que estava vermelho, apesar de estar vazia a rua, por causa da hora, então seguiu atravessando nas faixas pretas e brancas no asfalto. Só para que um riquinho qualquer apostando um racha atropelasse ela a CEM por hora em uma rua com limite de cinquenta por hora. Ela morreu instantaneamente, o pior é que ninguém sabia que o mais trágico não foi a morte de uma pessoa apenas, mas sim de duas que ocupavam o mesmo lugar. Mal ele sabia.
Policiais e ambulâncias foram chamadas, conseguiram salvar o atropelador. Ele estava com algumas escoriações leves. O carro estava em estado de perda total.
Enquanto isso, Pedro pragueja contra a morta por não ter aparecido no restaurante e deixa mensagens dizendo que quer terminar com ela e quanto foi vergonhoso ele ficar esperando sozinho no restaurante, como ele ficou decepcionado por ela não ter nem se dignado a avisá-lo ou mandando uma mensagem explicando a ausência dela.
Enquanto isso, Pedro espera o apocalipse iminente da sua realidade. À sua frente, só está prescrito o entorpecimento da negação e dos narcóticos, as noites de pânico e gritos impotentes e o gosto marrento da injustiça do mundo e a culpa do indivíduo. Ele espera seu mundo ser destruído enquanto dorme por causa do álcool, com seus mais doces sonhos, onde ele possui razão e tudo está como sempre foi.
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2019.05.31 15:02 sols4gan [DESABAFO] a mãe de minha namorada é uma pessoa muito tóxica.

Bom dia, vou tentar ser o mais sucinto possível, e ja peço desculpas caso meu texto contenha algumas falhas pois estou no mobile.
Conheço minha namorada a 3 anos e namoramos a 1 ano, a família dela é bem mais simples do que a minha, não que minha seja rica, somente temos mais estabilidade, essa informação vai ser importante mais na frente.
No inicio quando eu ainda apenas nutria amizade e apreço por minha namorada e frequentava sua casa vez ou outra para cafés, conversa ou visitas rápidas ( moro sozinho em outra cidade longe de toda minha família) quando eu estava me sentindo sozinho, tudo corria bem, eu ja sabia da condição dela, com depressão e ansiedade, e ja tinha ouvido alguns relatos de gente próxima que a mãe dela era uma pessoa difícil, mas fui notando mais e mais sinais vermelhos a medida que meu relacionamento com a filha dela foi ficando mais sério e meu convívio com eles aumentou.
Ela não trabalha, nunca trabalhou, é o pai de minha namorada é pedreiro, ganha na diária ou serviços encomendados por preço x então a remuneração dele é variável.
Minha namorada trabalha na mesma empresa que eu e ela ganha +- 50% do que eu ganho.
Nisso o dinheiro deles é curto, para 3 pessoas e a mãe dela não sabe o valor de dinheiro por nunca ter trabalhado d conversas de dinheiro são tabu terrível la. O marido dela da a ela x por semana para ela fazer a feira, e ficar com um trocado pra ela... ai começa o perrengue. Ela usa o dinheiro pra outras coisas e conseguiu um cartão de credito que ela n para de usar tornando o pouco que eles ja tem em menos por conta dos gastos dela. Ja tentei confrontar isso com minha namorada e com o pai dela mas eles não tem força ou não querem forçar um confronto para solucionar isso.
Outra coisa é o constante uso do estado dela para chantagear emocionalmente ambos, eu não caio nessa meu pai luta com depressão a 15 anos, e sempre foi funcional tirando as crises iniciais antes de nos informamos melhor e iniciarmos seu tratamento, ele nunca deixou de trabalhar e não nos chantageia, e tem hobbys que ajudam na manutenção da saude dele.
A mae de minha namorada não faz nada, não trabalha, não se ocupa, reclama de dinheiro, faz chantagens.... Exemplo aqui, recentemente foi meu aniversario e do meu irmão ( 5 dias de diferença) e fmos para o litoral com meus pais e avós e levei ela.
A mae dela passou 3 dias bicudas por que ela ia sair. Que ia abandona ela. Que ela ia ficAr mal. Mas que ela fosse por que não queria empata a vida dela.
Mas ela empata. Ela atrapalha demais e nao ajuda, Minha namorada é o pai dela chegam em casa e na maioria dos dias nada foi feito, e eles ainda tem de fazer comida e arrumar tudo...
Quero muito ter um futuro com essa menina, a amo e ela é uma ótima pessoa e nos damos muito bem em todos fatores de nosso relacionamento...
Mas eu não quero me casar com a mãe dela, e eu queria, longe de mim fazer ela ficar contra A mae, mas que ela fosse mais forte para fazer frente as chantagens dela. Que estão arruinando a vida de todos, Os relacionamentos da filha dela, O casamento dela...
Era isso... mais ou menos...
Obrigado a quem ler e puder dizer algo.
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2018.05.05 07:59 koyaanisqatsi_guy Me apaixonei por uma colega de trabalho... e mudou minha vida.

O título já diz tudo. Vou contar brevemente essa experiência, pois é algo que eu vou precisar de muita força de vontade para superar.
Isso aconteceu um ano atrás...
Eu trabalho no mercado de comunicação, a rotatividade de pessoas entre empresas é muito grande, em um ano que consegui diversas entrevistas acabei passando por 3 empresas grandes, e na última delas eu conheci essa garota.
Foi por indicação de um amigo que eu fiz entrevista nesse lugar. E ele trabalhava com ela, não diretamente, mas no mesmo setor. Eu demorei um tempo pra notar que ela era diferente, a primeira vista foi só mais uma garota de 28 anos, linda e meio nerd. Porém, eu estava em uma fase de focar apenas no trabalho, pois sempre tive muita dificuldade com o lado social. Desde que me mudei para essa cidade decidi me envolver com qualquer garota que fosse fisicamente atraente, devido as frustrações de amar alguém profundamente, acabei me forçando a ser superficial. Isso foi me afetando aos poucos, até chegar em um ponto que eu simplesmente não via mais razão para isso, foi quando eu me afastei socialmente de tudo e comecei a trabalhar demais, o meu desempenho profissional aumentou, então decidi procurar lugar melhor, melhor salário, que no caso, foi a indicação do meu amigo.
Alguns anos atrás eu estava em uma faze em que projetava sinais e razões em tudo. Algo como me convencer a fazer algo por que música x que lembra pessoa y está tocando no momento em que eu estou no lugar z, então eu devo seguir meu "instinto" de investir naquela pessoa, mesmo se não tiver nenhuma chance.
Voltamos para o mês em que eu entrei na empresa nova, dezembro/16. Em janeiro eu estava almoçando com ela e com o grupo do setor dela, que incluía meu amigo, praticamente todos os dias. No terceiro dia meu amigo confirmou o que já se passava pela minha cabeça.
No almoço acontecia do grupo todo ter um assunto, mas eu e ela outro, não importa aonde estávamos sentados,longe, perto, a conversa era muito interessante pra ficar quieto.
Isso me deixou em completo estado de choque. Ela era simplesmente muito parecida comigo, eu ficava bugado, não sabia o que fazer.
Devido ao stress do trabalho, minha ansiedade tinha aumentado e como medida eu comecei a fazer terapia alguns anos atrás, meu terapeuta foi enfático em me dizer que eu deveria me permitir a amar e a me arriscar. Eu abracei a ideia.
Como um cara timído, nerd, com alto-estima baixa conquista uma garota? Eu não tenho a mínima ideia. Na minha humilde opinião e experiência própria isso é extremamente difícil. Mas não impossível.
Durante o processo da 'conquista' eu estava em um estado de negação a vida, pois eu achava ela atraente e interessante demais para minha pessoa. Passava horas questionando o por que do universo colocar essa pessoa em minha vida, pensando em todas coincidências que aconteceram para eu conhecer ela e de fato me interessar, era algo surreal. Mesmo gosto por música, filmes, nosso assunto preferido era realidade simulada, sério!
Eu decidi que iria ser sincero, deixar claro meu interesse e ver no que dava. Enquanto isso meu amigo e meus novos amigos da empresa comentavam que ela realmente dava sinais de interesse. Nesse ponto eu já estava imaginando coisas. Mas foi frustrante. Ela tinha acabado de sair de um namoro de 7 anos, engatado em uma relação breve de 3 anos e alguns meses antes ela tinha se envolvido com uma pessoa da empresa. Quando eu descobri isso, abri mão. Entrei em um estado de pré-depressão. Eu uso muito metro, ficava parado, esperando o vagão passar pensando em como seria mais facil me jogar ali do que esperar eu conseguir o amor dela.
Isso foi me dominando, essa vontade de querer fazer ela feliz e ver ela ao meu lado me implodia de angustia por não conseguir ver isso se concretizando. Há essa altura eu já sábia que ela não tava fazendo nem um pouco bem para mim, mas eu não estava pensando nisso, estava pensando em fazer ela feliz.
A primeira tentativa foi demonstrar interesse, coisa que fiz até demais. Chamava ela pra sair pro bar toda quinta e sexta feira, não conseguia me conter em ficar feliz com um sorriso de orelha a orelha quando ela aceitava. Era algo maior que o meu auto controle e que a minha força de vontade. Em janeiro foi o mês de colocar as cartas na mesa, eu deixei claro que me interessava por ela e queria sair apenas com ela, então, ela finalmente colocou um ponto final em tudo. Me disse que não queria se envolver com pessoas do trabalho, então contou os relacionamentos dela. Ai tudo fez sentido, finalmente, o medo de falhar que eu tinha, se tornou realidade.
É engraçado, pois foi muito aliviante. Eu finalmente tinha o não dela e com isso podia me conformar com mais um não da vida, me lembrar o por que eu focava no trabalho o por que disso. A frustração me fazia esquecer tudo e me deixava muito produtivo. Eu sempre usei tristeza, raiva e sofrimento ao meu favor.
Começou fevereiro
Nos dias seguintes, o mais absurdo acontece: ela me chama para ir na casa dela. Após o fora, eu imaginava que iria existir um silêncio e que o nosso começo de amizade iria morrer rápido, mas foi o oposto. Amizade era o objetivo dela, talvez uma amizade colorida. Mas definitivamente nada sério. Eu aceitei o convite de ir para casa dela, mas com uma consciência de que eu era apenas amigo. Conhecendo amigos que forçam beijo na balada e fazem esse tipo de coisa escrota, eu nunca iria tentar beijar ela após o fora. Ia ser muito constrangedor se ela não gostasse e isso era o fim do mundo em loop para mim.
Ela deu diversos sinais, mas ao mesmo tempo me contou como sempre teve mais amigos homens do que mulheres, eu achei que tinha lido a situação de uma maneira correta. Nesse dia eu fui o mais tapado possível, fui um amigo mesmo, não tentei nada. Depois disso, quarta feira, na sexta ela estava no bar comigo e com o pessoal do trabalho e convidou para irmos até a casa dela. Eu falei para o meu amigo que tinha interesse nela (não era o amigo do trabalho). Isso foi surreal. Um amigo de um outro ciclo de amigos tinha conhecido ela naquele dia, e ela convidou nós dois para irmos até lá. Eu não entendi nada. Fui sincero com ele, falei que estava muito interessado e que gostaria de tentar algo naquele dia. Ele foi super gente boa e foi embora uma meia hora depois.
Era isso, eu estava sozinho com ela no apartamento dela. Mas na verdade eu estava aprisionado dentro da minha cabeça não me permitindo tentar nada. Então eu não tentei. Nem cheguei perto. Falei tanto que a coitada caiu de sono. Nesse dia eu estava conformado que tinha zerado quaisquer ruídos e chances de relacionamento amoroso com ela.
Eu descobri que ela estava com receio de ficar comigo pelo nível de atenção e interesse que eu demonstrava por ela. Ela estava corretíssima, nós estávamos em sintonias diferentes ainda sim nosso radinho de pilha captava a frequência do outro sem querer. O fatídico dia foi durante um happy hour da empresa, no próprio local onde nós trabalhávamos. O fato de pensar em ver ela me dava ansiedade, então comecei a evitar. Não queria ir até o happy hour por nada, então fiquei na minha mesa trabalhando, naturalmente, quando todos já estavam se alcoolizando e socializando. Eu estaria bem ali a noite inteira, talvez angustiado mas transformando tudo em produtividade, é o que eu sei fazer afinal. Mas meu amigo tramou um plano, chamou a melhor amiga dela no trabalho e quando eu percebi estava sozinho com ela. A reação dela quando eu me aproximei? Foi virar para o outro lado.
Imediatamente voltei para minha mesa, coloquei meu fone e voltei a trabalhar como se nada houvesse acontecido. Ela me liga 3 vezes e comeca a mandar mensagens, pedindo para eu responder, perguntando se eu estava bravo. Eu falei a verdade, que não deveria mais ver ou falar com ela pois estava me atrapalhando e me fazendo mal. Era a hora perfeita para tudo acabar e eu voltar para a minha vida medíocre.
Ela então, as 2 horas da manhã me chama para ir no apartamento dela. Nunca, nem em 100 vidas eu diria não. Eu fui, sentindo que tinha atingido um objetivo superficial, quando na verdade, no meu interior, eu me preocupava com as consequências. Eu não queria encontrar ela bêbada, queria que fosse algo verdadeiro mesmo que fosse uma simples conversa.
Eis que eu fiz a maior besteira da minha vida. Eu preferi ela do que eu mesmo. Eu escolhi por fazer alguém feliz e me fazer infeliz, sem pensar ou medir as consequências. Então eu convenci ela, e a mim mesmo que eu tinha entendido a situação e que nós poderíamos ficar aquele dia e sermos amigos. Acabamos dormindo juntos, foi de fato um dos melhores dias da minha vida, não apenas pelo sexo, mas pela satisfação em fazer alguém que você ama feliz. Comecei a me alimentar daquela sensação. A relação foi cada vez mais tomando uma forma e quando eu percebi, estava ali, moldado, desenhado e exposto: Eu estava vivendo para ela.
Ela me ligava de noite, pedia para eu ir até a casa dela, eu pegava o táxi e ia na hora, não importa o dinheiro, distância, sono, nada, o que importa é fazer essa garota feliz. O problema é que durante o dia, eu sabia que ela não queria nada, então no trabalho eramos apenas colegas na perspectiva dos outros. Eu fui ficando cada vez mais interessado, fui me cedendo cada vez mais, ao chegar no ponto em que eu via que apenas ela definia quando iriamos nos ver. Eu não conseguia chamar ela pra sair e receber um sim, tinha que ser algo quando ela queria. Nessa altura do campeonato eu já estava muito perdido, a consequência da solidão batia na porta mas eu simplesmente ignorava e achava que era uma viagem minha, que tudo iria dar certo e eu iria conquistar ela.
Isso foi criando um vazio dentro de mim, pois eu sabia que ela não tinha terminado o último relacionamento dela de forma amigável, isso começou a afetar ela e consequentemente a mim, que ficava imaginando o que teria acontecido, pois ambos estavam quase morando juntos.
Então, março
O fim veio rápido como o final do feriado de carnaval. Passamos todos os dias juntos transando, conversando, mas aquela bola de neve gigante estava vindo e nós dois sabíamos, o problema é que eu tinha convencido ela que não tinha bola de neve e tava tudo bem. Um dia, ela me chamou para ir na casa dela jantar. Era meio que um big deal, pois nunca havia existido um convite antecipado como esse. Ela tinha arrumado a varanda com luzes e uma mesinha, foi simplesmente uma das coisas mais legais e agradáveis que eu já vivenciei com alguém. Infelizmente a bola de neve engoliu tudo esse dia. Claramente incomodada com a situação, com o que nós estávamos fazendo, ela ficou em um mood estranho e distante de mim. Era a primeira vez que ela fazia aquilo. Eu não entendi e tentei contornar, em um certo ponto eu soube que aquele era o último dia.
Depois disso ela se distanciou de mim, parou de falar comigo frequentemente. Eu achei que era algum tipo de mind game feminino, para eu correr atrás ou algo do tipo. Eu corri atrás e dei de cara em uma parede quilométrica. Não existia mais aquela ponte entre a gente, não existia mais nada a não ser uma tensão de quando vai ser a proxima vez que ela vai me chamar. Os pensamentos suicidas voltaram, eu já não conseguia trabalhar no mesmo local com medo de olhar no olho dela e saborear aquela sensação de que ela não me quer na vida dela, além dos meus pensamentos auto depreciativos de que eu era um bosta e que eu tinha me colocado em uma situação de merda.
A minha ansiedade piorou, tive que me ausentar um mês do trabalho por causa de crises constantes de ansiedade, comecei tratamento psiquiátrico junto com a terapia para segurar a ansiedade, não conseguia sair de casa, não conseguia fazer nada a não ser pensar nesse fracasso. Engordei 17 kg em um período de 9 meses. Eu fazia academia para emagrecer para ela me notar. Tenho 1,78 e estava com 80kg, depois disso, cheguei aos 98kg.
What a ride.
Depis de maio-abril de 2017 eu expliquei para ela que seria melhor se eu me afastasse para sempre. Bloqueei ela em todas minhas redes sociais, toda vez que via ela saia imediatamente do campo de visão dela, pois me dava crise de ansiedade. Evitava todos lugares achando que ela estaria ali. Não existia mais tranquilidade, ela aparecia nos meus sonhos, pesadelos. Eu realmente me perdi. Nunca mais vou conseguir falar com ela, perdi a chance de fazer essa garota incrível feliz. Obviamente a culpa de tudo isso é minha. Não tive maturidade para lidar e deu no que deu.
Atualmente eu lido com isso de uma maneira objetiva, que é: aprendizado. A vontade de morrer sempre vai existir, afinal, eu ainda amo essa garota. Nunca vou superar totalmente essa experiência devido a maneira que aconteceu. Eu me isolei socialmente por quase 12 meses, cheguei a excluir diversos amigos de longa data apenas por que eles namoravam. Apaguei familia de todas redes sociais, tudo me fazia lembrar de como eu era um miserável solitário que tinha falhado na única chance de conquistar a mulher da minha vida.
A única razão que eu estou escrevendo tudo isso, é por que eu preciso tirar isso de dentro de mim. Se eu realmente quero viver e tenho amor a mim mesmo, eu tenho que seguir em frente e ser resistente. Isso foi apenas um aprendizado, dos mais difíceis de toda minha vida. Eu questionava diariamente o por que de tudo isso ter acontecido. Eu nunca mais vou ser o mesmo, essa lição me mostrou muita coisa, uma delas é que eu tenho uma batalha constante com o meu eu interior. Nosso auto controle define quem somos, se você não em auto controle, possivelmente você vai se colocar em situações que podem mudar você e sua vida para sempre, eu espero que de maneira positiva.
Eu ainda tenho muito tempo pela frente para transformar o saldo dessa história em positivo. Mas o que eu queria mesmo era estar com ela.
Saudades de você, n.
TLDR;
Me iludi com uma colega de trabalho que era muito parecida comigo, fingi que estava preparado para uma relação superficial mas me apaixonei e acabei me perdendo dentro de mim mesmo. Entrei em depressão e me isolei socialmente por quase um ano, suicídio era mais aliviante do que pensar em um futuro positivo. A existência era dolorosa e pesada. Hoje eu sei que isso foi um aprendizado, daqueles fudidos que não é para a gente esquecer. Vou levar isso pro resto da vida, espero que com o tempo transforme o resultado em algo positivo.
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2016.04.12 01:21 Izoork Me importo mais do que gostaria

Ninguém é excepcional em todas as áreas da vida e isso é normal. Sou muito tranquilo em algumas e em outras acredito ter tido até sorte, porém em algumas me sinto bem frustrado.
A parte de relacionamentos tem sido bem falha mas não devia me importar, certo ? Como eu mesmo disse sou um pouco fraco aqui mas compenso ali e bla bla bla, mas tenho 21 anos e minha libido ta do jeito esperado pra idade ... Tenho uma vida social bem ativa, me cuido bastante fisicamente - alguns anos de academia e dieta - mas as coisas as vezes simplesmente não parecem andar como eu gostaria ou como vejo na grama do vizinho. Tive um namoro sério de menos de um ano, um número reduzido de parceiras e varias desilusões. Muitooo menos do que anseio.
Na maior parte do tempo estou tranquilo e esse probleminha mal me incomoda, mas quando bate me coloca bem pra baixo. Último caso: Sabado e domingo fui pra cidade X em uma festa de parentes de um casal de amigos, conheci a prima deles e até ai tudo bem. Estava curtindo o role tranquilo e sendo extrovertido e despreocupado como sou normalmente em roles, até ficar sabendo pela minha amiga que ela estaria afim de mim, tinha me curtido e afins. Claro que eu criei um pouco de expectativa mas o que sucedeu foram dois dias de sinais confusos até para meus amigos - parentes dela. No final ganhei um selinho meia boca que nem contou, mas esse não é o ponto. O ponto é que me deixei ficar ansioso o começo o do role inteiro depois de começar a cogitar a possibilidade de rolar algo entre nós e ansiosidade essa que se transformou em frustração fudida quando eu fazia minha parte, ela não me encontrava no meio do caminho, eu abria mão e ela notando voltava a demonstrar interesse.
*Obs: Eu até que sou bom nessa história de flerte quando as pessoas estão dispostas e esse não foi um caso de falha total minha. Até meus amigos - parentes dela - falaram que ela tava agindo sem muito sentido e que talvez até eles teriam desistido em meu lugar.
O ponto é: meu humor já é uma roda gigante onde em uma semana eu estou no alto, super feliz e me sentindo Eros da Cocada preta e em outra estou bem pra baixo, o que me incomoda muito é eu estar deixando coisas fora do meu controle - como a vontade e interesse alheio - definir e modificar meu humor. Eu fiz minha parte e fui até a metade do caminho, ela que não quis me encontrar na metade do caminho, por que deixar isso influenciar meu role e até meus próximos dias ? Eu me cuido, cuido do meu corpo e da minha mente e faço minha parte pra encontrar novos, desenvolver e manter relacionamentos pessoais ou sexuais, faço minha parte, por que deixar que algumas falhas fragilizem e ataquem tão facilmente meu valor próprio e minha auto-estima ?
Enfim, quase desisti de escrever isso algumas vezes enquanto digitava porque nem sei se vai ser pertinente mas como o sub diz, eu preciso e muito desabafar. Me incomoda muito ter uma autoestima tão volátil, frágil e dependente de situações e opiniões alheias à mim.
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2014.10.20 13:54 MundoemGraca Quem é Jesus para Você ?

No livro de Mateus no capitulo 16 apartir do versículo 13 Jesus interroga seus discípulos sobre o que os homens achavam dele, claro que sua intenção não era saber o que os ´´homens´´ achavam ou pensavam de sua natureza, mais sim o que seus seguidores achavam. Mateus Cap. 16 Vers. 13 ao 17. Jesus havia acabado de proferir um sermão duro e difícil de digerir a alguns fariseus e saduceus que haviam o tentado, pedindo a ele algum sinal do céu. Eles queriam na verdade tentar a Jesus para que ele realizasse algum sinal miraculoso diante deles para poderem o acusar, porém Jesus sabendo o desejo e intento de seus corações respondeu-lhes: ´´Quando é chegada a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está rubro. E, pela manhã: Hoje haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas, sabeis discernir a face do céu, e não conheceis os sinais dos tempos? ´´ Uma geração má e adúltera pede um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas. E, deixando-os, retirou-se.
Jesus através do ´´sinal´´ do Profeta Jonas estava revelando sua identidade diante deles, porém seus corações estavam endurecidos, distantes do Deus verdadeiro, apegados a religião a ponto de não reconhecerem Jesus Cristo como o Messias de Israel. Por isso quando os seus discípulos se preocupam de não haverem trazido pão no capítulo 16 versiculo 05 ele diz: ´´Adverti, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus´´ Como é possível, os discípulos ainda estarem preocupados com pão, se eles haviam vivido milagres na presença de jesus a ponto de verem o mestre alimentar 5.000 homens com apenas cinco pães, e quatro mil homens com apenas sete pães? Por duas vezes eles haviam visto estas maravilhas. Porém seus corações ainda estavam cheios do fermento dos fariseus e saduceus.
No Capitulo 16 versículo 13 ele (Jesus)os interroga, dizendo:´´Quem dizem os homens ser o Filho do homem? ´´ E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Com essa declaração de pedro, Jesus o faz um elogio, aponto de chamá-lo de bem aventurado. disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus. Aqui Pedro estava revelando a natureza de Cristo, como filho de Deus o Messias de Israel. Nos dias hodiernos muitos estão como esses fariseus e saduceus citados acima, cheios do fermento da religião distante do Único Deus Verdadeiro, não só os que não o conhecem mais também os que se dizem o conhecer. Os ´´cristãos´´ da atualidade se revelam a cada dia como se não conhecessem a Cristo, pois se dizem seguidores de Jesus mais negam seus ensinamentos mais simples e essenciais para vida cristã.
Com o advento da teologia da posperidade e outras inovações adquiridas de religiões pagãs e orientais, como o budismo e pensamentos da nova era, o cristianismo protestante tem se tornado mais propenso a uma religião sincretista que nada tem a ver com o verdadeiro evangelho, que prima o amor ao próximo, a santidade e relacionamento sincero com Jesus. Quando vemos ´´crentes´´ priorizando buscar as coisas terrenas como se fossem por isso que Jesus morreu, ficamos aterrorizados e entristecidos. Igrejas realizando cultos baseados somente em dízimos e ofertas, campanhas de prosperidade e reuniões baseadas em louvores sem fundamento teológico e pregações direcionadas para aumentar a auto estima das pessoas, isso é cristianismo? Isso é conhecer a Cristo? Devemos ter a Cristo não somente como nosso salvador mais também como nosso Senhor, devemos levar a sério seus ensinamentos e sua palavra, se não correremos o risco de ser meramente mais uma religião falsa, que prioriza o homem e seus desejos. É forte mais é verdade, até quando vamos tratar Jesus como o gênio da lâmpada que apenas realiza nossos desejos quando precisamos? Fica a pergunta: Quem é Jesus para Você? ´
Autor: Jorge A. Ferreira - Autor do Livro ( A Arte de Interpretar as Escrituras) - www.mundoemgraca.com
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